Ricardo Herz Trio

DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA

Links:
Ricardo Herz Trio, página do projeto
Sonhando o Brasil – Ricardo Herz, página do álbum

Video ao vivo no Sesc Pompéia

Sonhando o Brasil – Brazilian Jazz Trio

O  Ricardo Herz Trio é uma das formações mais originais da música instrumental brasileira atual e apresenta “Sonhando o Brasil”, um projeto instrumental que conecta a música brasileira à linguagem do jazz contemporâneo a partir de uma formação singular: violino, piano e bateria.

Diferente das formações tradicionais do jazz, o trio tem no violino um eixo criativo central — não como instrumento solista convencional, mas como elemento rítmico, harmônico e percussivo. A partir de uma técnica própria, Ricardo Herz expande o papel do instrumento ao incorporar articulações inspiradas na rabeca nordestina, no fraseado do choro e no “resfolego” da sanfona, criando uma sonoridade inédita dentro do contexto do jazz.

O repertório é inteiramente autoral e baseado no álbum “Sonhando o Brasil” (2024), no qual ritmos como baião, maracatu, frevo, xote e coco são trabalhados como matéria-prima para a improvisação e a criação coletiva. A música do trio não se organiza apenas como execução de temas, mas como um espaço de interação em tempo real, onde forma, arranjo e desenvolvimento se transformam a cada apresentação.

Com Fábio Leandro (piano/teclados) e Pedro Ito (bateria/percussão), o trio constrói uma linguagem que equilibra sofisticação rítmica, liberdade improvisatória e forte comunicação com o público. O resultado é uma experiência musical intensa e contemporânea, que dialoga tanto com a tradição brasileira quanto com a cena internacional do jazz.

O Ricardo Herz Trio já se apresentou em importantes festivais no Brasil e no exterior, como Skopje Jazz Festival (Macedônia), Miri Jazz Festival (Malásia) e JazzAhead (Alemanha), consolidando-se como uma das formações mais originais da música instrumental brasileira atual.

Sobre Ricardo Herz:

Herz reinventou o violino. Sua técnica leva ao instrumento o resfolego da sanfona, o ronco da rabeca e as belas melodias do choro tradicional e moderno. Com a influência de Dominguinhos, Luiz Gonzaga, Egberto Gismonti, Jacob do Bandolim entre outros, o violinista mistura ritmos brasileiros, africanos e o sentido de improvisação do jazz mostrando a influência dos 9 anos em que viveu na França. Dali levou sua música para os 4 cantos do mundo: tocou em Festivais na Malásia, no México, na Holanda, em clubes de Jazz na Rússia, em Israel, na Dinamarca e gravou com músicos de diversos países.

Graduado em violino erudito pela USP, sua sólida formação começou aos 6 anos, tendo passado pela escola Fukuda em São Paulo.  Estudou na renomada Berklee College of Music, nos Estados Unidos, e no Centre des Musiques Didier Lockwood, escola do violinista francês, uma lenda do violino jazz.

De volta ao Brasil desde 2010, Herz tem participado de muitos projetos e colaborado com músicos e se apresentando como solista com orquestras de todo o país, como Yamandú Costa, Dominguinhos, Nelson Ayres, Proveta, Orquestra Jazz Sinfônica, Orquestra Sinfonica de João Pessoa, Orquestra Municipal de Jundiaí, Grupos de Referência do projeto Guri, Orquestra Filarmônica de Violas, Orquestra Breusil entre outros.

Herz tem doze álbuns lançados. Além dos três do Ricardo Herz Trio  e dois gravados solo, Herz gravou diversos CDs em duo: com o vibrafonista Antonio Loureiro, com Samuca do Acordeon, com o pianista, maestro e arranjador Nelson Ayres , com a violinista e rabequeira Vanille Goovaerts,  e com Yamandú Costa. Seu décimo trabalho,  Nova Música Brasileira para Cordas, foi uma colaboração com a orquestra feminina de cordas cubana Camerata Romeu.
Ricardo também tem dedicado parte de seu tempo no ensino e difusão do violino popular , tendo ministrado diversos cursos em festivais e recentemente lançou o primeiro método online de violino popular brasileiro.

“A música brasileira, sua especialidade, está aqui magnificamente representada com originalidade graças a seu grande talento de violinista”

Didier Lockwood

“(…) o disco disputa seriamente como um dos melhores lançamentos instrumentais brasileiros do ano”

Irineu Franco Perpétuo – Guia da Folha – Folha de São Paulo – 28/07/12


“Cheio de sensibilidade e virtuosismo, swing e lirismo, Ricardo Herz está colocando os ‘pingos nos is’ na história do violino popular no Brasil! Tudo com muita musicalidade e a característica mais marcante em sua personalidade quando sobe ao palco: carisma! Sucesso de público e crítica”

Hamilton de Holanda

Sobre Ricardo Herz:

Herz reinventou o violino. Sua técnica leva ao instrumento o resfolego da sanfona, o ronco da rabeca e as belas melodias do choro tradicional e moderno. Com a influência de Dominguinhos, Luiz Gonzaga, Egberto Gismonti, Jacob do Bandolim entre outros, o violinista mistura ritmos brasileiros, africanos e o sentido de improvisação do jazz mostrando a influência dos 9 anos em que viveu na França. Dali levou sua música para os 4 cantos do mundo: tocou em Festivais na Malásia, no México, na Holanda, em clubes de Jazz na Rússia, em Israel, na Dinamarca e gravou com músicos de diversos países.

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“(…) o disco disputa seriamente como um dos melhores lançamentos instrumentais brasileiros do ano”

Irineu Franco Perpétuo
Guia da Folha – Folha de São Paulo – 28/07/12

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“Cheio de sensibilidade e virtuosismo, swing e lirismo, Ricardo Herz está colocando os ‘pingos nos is’ na história do violino popular no Brasil! Tudo com muita musicalidade e a característica mais marcante em sua personalidade quando sobe ao palco: carisma! Sucesso de público e crítica”

Hamilton de Holanda

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“Ricardo é desses moços que melhor toca ultimamente, toca pra valer. É um ótimo incentivo para a música brasileira, ainda mais por que, além de ser um excelente músico, tem um ‘molho’ único tocando violino no forró.”

Dominguinhos

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“Violino Popular Brasileiro é um título mais do que perfeito para o CD do Ricardo Herz. Com uma técnica apurada, passa por baião, forró (às vezes como se fosse rabeca), sambas, chorinhos e canções com autoridade e intimidade absolutas de quem conhece, de fato, o Brasil.”

Edu Lobo

“É de se espantar que o riquíssimo universo músical brasileiro poucas vezes tenha gerado grandes especialistas no violino, instrumento versátil e central na história do ocidente. É também de se espantar, por outro lado, que, mesmo sem uma longa tradição às suas costas, tenha surgido aqui um dos maiores violinistas da música popular mundial, o paulistano Ricardo Herz”

André Domingues – Diário do Comércio – SP- pag 24 – 26/06/12

“A música brasileira, sua especialidade, está aqui magnificamente representada com originalidade graças a seu grande talento de violinista”

Didier Lockwood